“Onde está o sentido?” – O planejamento da coconstrução de conhecimento a partir do Teatro do Absurdo nas aulas de inglês de ensino médio
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Palavras-chave

Planejamento de aulas, Ensino de língua inglesa, Coconstrução de conhecimento, Teatro do Absurdo, Máximas conversacionais

Como Citar

Barreto, J. J., Pinheiro, A. F. de C., & Correa, J. S. R. (2020). “Onde está o sentido?” – O planejamento da coconstrução de conhecimento a partir do Teatro do Absurdo nas aulas de inglês de ensino médio. Educação On-Line, 15(34), 160–176. https://doi.org/10.36556/eol.v15i34.615

Resumo

Neste artigo, apresentamos como planejamos duas aulas, em sequência, para o curso de Creative Writing (‘Escrita criativa’), do primeiro e segundo anos do ensino médio no CAp/UFRJ. Considerando que as duas turmas vinham estudando, no módulo do curso Playing with conversation (‘Brincando com a conversa’), tanto peças de teatro, quanto as máximas conversacionais de Grice (1975), a nossa proposta, para essas aulas, era que partíssemos do Teatro do Absurdo para (a) explorarmos como podemos criar sentido a partir de um suposto caos e (b) expandirmos a discussão acerca de como a quebra ou a manutenção das máximas conversacionais pode contribuir para a criação de significado. Valemo-nos, portanto, de trechos de Esperando Godot, de Samuel Beckett (1954). Antecipamos, no entanto, que apresentamos neste artigo apenas a nossa projeção de aulas, e não seus resultados.

Planejamento de aulas, Ensino de língua inglesa, Coconstrução de conhecimento, Teatro do Absurdo, Máximas conversacionais

https://doi.org/10.36556/eol.v15i34.615
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