Abstract
Relevante para os processos de ensino e aprendizagem, a afetividade (affectus, em latim), pode ser compreendida como um sentimento, estado da alma, ocorrendo simultaneamente no corpo e na mente, influenciando diretamente na potência de agir, sendo diminuída, estimulada ou bloqueada na prática de uma determinada ação. Para Vygotsky, a emoção, o pensamento e a vontade se relacionam às funções psicológicas superiores. No labor educativo, a afetividade se materializa com a mediação do conhecimento na relação horizontal professor-aluno-objeto, em todos os níveis de aprendizado. Este trabalho analisa a dimensão da afetividade a partir da concepção sociointeracionista de Vygotsky, em produções científicas no interstício 2006-2016, presentes na Capes Periódicos e SciELO. Os pressupostos vygotskyanos permitem ao docente maximizar as ações e promover aprendizagens significativas, pautadas no arcabouço histórico cultural, no papel do mediador e nas relações sociais.
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