Abstract
A ocupação de espaços públicos se tornou uma importante ferramenta de resistência da juventude, ao longo do século XX, contra as imposições da sociedade. A partir dessa constatação, realizou-se uma observação participante em uma escola pública do município de Niterói, durante o movimento de ocupação de 2016, que se espalhou por diversas unidades escolares da rede estadual. O foco da análise foi a relação dos jovens com a arte e as representações produzidas durante o período. Como parte dos resultados, pode-se constatar que a arte é um importante elemento de pertencimento e de reconfiguração identitária, em busca de uma maior democratização do espaço público escolar.
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