Vivências dos jovens militantes LGBTQIA+ em face às manifestações homofóbicas presentes no convívio escolar em Igarapé-Miri, Pará
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Palavras-chave

escola; LGBTQIA+; homofobia.
school; LGBTQIA+; homophobia.

Como Citar

Pantoja Antunes, G., & da Silva Lobato, V. (2024). Vivências dos jovens militantes LGBTQIA+ em face às manifestações homofóbicas presentes no convívio escolar em Igarapé-Miri, Pará. Educação On-Line, 19(47), e24194701. https://doi.org/10.36556/eol.v19i47.1578

Resumo

O presente artigo tem por objetivo analisar as vivências de jovens militantes LGBTQIA+ no processo de escolarização, em face às manifestações homofóbicas presentes no convívio social e escolar em Igarapé-Miri, Pará, Brasil. A abordagem metodológica adotada é a qualitativa, com entrevistas semiestruturadas a 04 (quatro) militantes LGBTQIA+, que já concluíram a educação básica e participaram dos primeiros movimentos para concretizar a militância em Igarapé-Miri. Os resultados apontam o preconceito e a homofobia como problemas que excluem os jovens da perspectiva da sociedade, já que muitas práticas agressivas ocorridas dentro e fora das escolas são oriundas da falta de respeito às diferenças. Isso envolve as diferentes culturas, aprendizados e valores. Nesse sentido, torna-se relevante a escola ter um currículo amplo, voltado para as várias dimensões sociais, possibilitando a formação de cidadãos críticos e reflexivos, independentemente da sua capacidade de concentração, orientação sexual, raça e condição econômica.

 

Abstract

This article aims to analyze the experiences of young LGBTQIA+ activists in the schooling process in face of homophobic manifestations in social and school life in Igarapé-Miri, Pará, Brazil. We adopted qualitative methodological approach, with semi-structured interviews. The participants were 04 (four) LGBTQIA+ activists who have already completed basic education and participated in the first movements to implement militancy in Igarapé-Miri. The results point to prejudice and homophobia as problems that exclude young people, since many aggressive practices occur inside and outside schools and come from a lack of respect for differences, which involves different cultures, learning and values. In this sense, it is important for schools to have a broad curriculum, focused on the various social dimensions, enabling the formation of critical and reflective citizens regardless their ability to concentrate, sexual orientation, race and economic condition.

https://doi.org/10.36556/eol.v19i47.1578
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