A dimensão da afetividade em pesquisas educacionais à luz do sociointeracionismo vygotskyano

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Paulo Vinicius Tosin da Silva
Paulo Ricardo Ross

Resumo

Relevante para os processos de ensino e aprendizagem, a afetividade (affectus, em latim), pode ser compreendida como um sentimento, estado da alma, ocorrendo simultaneamente no corpo e na mente, influenciando diretamente na potência de agir, sendo diminuída, estimulada ou bloqueada na prática de uma determinada ação. Para Vygotsky, a emoção, o pensamento e a vontade se relacionam às funções psicológicas superiores. No labor educativo, a afetividade se materializa com a mediação do conhecimento na relação horizontal professor-aluno-objeto, em todos os níveis de aprendizado. Este trabalho analisa a dimensão da afetividade a partir da concepção sociointeracionista de Vygotsky, em produções científicas no interstício 2006-2016, presentes na Capes Periódicos e SciELO. Os pressupostos vygotskyanos permitem ao docente maximizar as ações e promover aprendizagens significativas, pautadas no arcabouço histórico cultural, no papel do mediador e nas relações sociais.

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Seção
Artigos
Biografia do Autor

Paulo Vinicius Tosin da Silva, USP

Graduação em Geografia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Mestrando em Educação pela Universidade Federal do Paraná.

Paulo Ricardo Ross, UFPR

Professor Titular do Departamento de Planejamento da Educação da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Doutor em Educação Especial pela Universidade de São Paulo (USP).