Abstract
O presente artigo procura apresentar a experiência vivida em um grupo de teatro universitário, tratando-o tanto como fronteira (TASSINARI, 2012) quanto como comunidade de práticas (LAVE, 1996). O texto articula categorias provenientes de etnografias de processos de aprendizado artístico realizadas por Hikiji (2006), Ribeiro (2008) e Araújo (2009), com entrevistas dialogadas, análise de documentos e das respostas de um questionário aplicado a integrantes e ex-integrantes do grupo Tanahora. Os resultados destacam a dimensão da corporalidade, do processo de subjetivação e da socialização, como elementos centrais para a construção de comunidades de práticas.
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