Resumo
Atualmente, museus e escolas têm realizado esforços no sentido de um trabalho articulado. Todavia, notamos que essa perspectiva ainda não se tornou hegemônica. Os condicionantes estruturais da gênese dos museus e os modelos de gestão e de educação permanecem como um desafio a um trabalho numa outra direção. Como instituição de saber, de conhecimento, de memória e cultura, tais instituições possuem ricas possibilidades como agências de transformação social. O horizonte da formação integral emerge como pilar fundamental para pensar a conjunção museu-escola. A permeabilidade de ambas as instituições deve ser buscada como forma de romper com os tradicionais muros que os separam.
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