Abstract
O presente artigo explora os impactos da reforma do Estado, ocorrida no governo FHC, na educação superior brasileira, com destaque para as políticas de avaliação de cursos de graduação, percorrendo o caminho das principais políticas implantadas e de suas possíveis influências nas políticas educacionais vigentes. Sem a pretensão de esgotar o assunto, discute os processos de avaliação de cursos de graduação em contraponto ao conceito de autonomia universitária. Por meio de uma pesquisa empírica, traz a percepção de coordenadores de cursos sobre o impacto dos resultados da avaliação, buscando contribuir para a reflexão sobre os possíveis efeitos dos processos avaliativos na consolidação da autonomia didático-pedagógica e da identidade dos cursos.
Authors are aware that all content published in this journal is open, public and freely accessible. Under the terms of the CC BY-NC 4.0 license (CC Attribution-NonCommercial 4.0), all content can be viewed, read, downloaded and reproduced freely, provided the standard norms of referencing scientific texts are respected.
